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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Os seus pais influem no seu casamento

por Eduardo Szklarz

Não estamos falando daquelas briguinhas durante o almoço de domingo. A influência dos seus pais sobre o seu relacionamento amoroso é muito mais forte do que você imagina. Se eles são divorciados, você tem o dobro de chance de se divorciar. E se o seu cônjuge também tem pais separados, respire fundo: seu casamento tem 3 vezes mais chances de fracassar. Essas estatísticas foram coletadas pelo sociólogo americano Nicholas H. Wolfinger, da Universidade de Utah, que há décadas estuda o assunto. Segundo ele, isso acontece porque o divórcio dos pais acaba tendo um efeito negativo sobre a educação emocional dos filhos. "Filhos de pais divorciados não aprendem sobre o compromisso conjugal, ou seja, sobre a persistência que o casamento requer", diz.

Fonte: Revista Superinteressante
http://super.abril.com.br/cotidiano/25-coisas-escondem-voce-seus-pais-influem-seu-casamento-696694.shtml

sábado, 6 de outubro de 2012

NOVOS PECADOS CAPITAIS: A COMPARAÇÃO

É pecado nos compararmos uns aos outros.
A comparação é filha da ignorância: não conhecemos o outro a quem nos comparamos; nada sabemos de sua história, de suas oportunidades, de seus fracassos. Sabemos tão pouco sobre nós mesmos, incapazes de responder a simples perguntas: por que somos como somos?
A comparação é mãe da inveja: o outro não merece ter o que tem, diferentemente de nós.
E a inveja é o berço onde cresce a amargura. É o beco onde o crime é concebido.
Se nos amamos, não devemos nos comparar ao outro. Por amor a nós mesmos.
Se amamos o nosso próximo, devemos ficar felizes como eles estão, mesmo que APARENTEMENTE se encontrem alguns degraus acima do nosso.
O que nós somos não depende do que o outro é.

Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
03/10/2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

GUIADOS POR PAZ E GRAÇA


Paulo também orienta (Cl3.15) para que a paz seja o juiz das nossas decisões. Só há paz em nossos corações se confiamos em Jesus, em sua suficiência para cuidar da nossa vida, em seu poder restaurador, em sua escandalosa graça que perdoa e refaz.

O cotidiano repleto de ansiedade demonstra essa falta de confiança no amor de Deus; reflete o quanto ainda pensamos que Ele precisa de uma ajudinha para lidar com o meu dia a dia; que Ele pode ser “acionado” para coisas grandes, decisões importantes, casos de vida ou morte. Esquecemos ou preferimos não pensar em Deus nos nossos passos do cotidiano, nos cantinhos mais comum ou nos mais escondidos da nossa vida.

Foi para um relacionamento pessoal com Jesus que ele nos chamou. Não para uma religião de barganha ou um relacionamento furtivo de conhecidos em fila de espera de qualquer coisa. Um relacionamento pessoal, significativo, amoroso e verdadeiro.

Se acredito verdadeiramente que o amor de Deus por mim é incondicional, se baseio minha aceitação de mim mesmo na aceitação de Jesus por mim como estou, se procuro viver sua graça como a dádiva diária de tudo (porque reconheço que não sou auto-suficiente em nada, nem o que eu faço basta para merecer nada), se realmente assumo minha pobreza humana diante do Deus,  então , dia a dia, confiarei em Deus e entregarei minha vida e minhas vontades ao Seu controle e cuidado. Nada mais é necessário porque quem tem Jesus não tem falta de mais nada. 

Pode imaginar ou sentir a paz que isso gera na vida, nas decisões e nos relacionamentos (consigo mesmo, com os outros e com Deus)? 

"O próprio Senhor da paz lhes dê a paz em todo o tempo e de todas as formas." 2Ts.3.16