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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Inventário para a Recuperação

Leitura Bíblica: Apocalipse 20.11-15

Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minha falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém de minha confiança.

Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.


É possível que não desejemos fazer um inventário moral de nossas vidas; é normal que queiramos evitar um exame pessoal. Mas, no fundo, provavelmente, sintamos que chegará um dia em que teremos de encarar a verdade sobre nós e sobre a nossa vida.

A bíblia nos diz que virá um dia quando será feito um inventário da vida de cada pessoa. Ninguém poderá se esconder. Na visão do João, ele viu "um grande trono branco e aquele que está assentado nele. A terra e o céu fugiram da sua presença e não foram vistos mais. Vi também os mortos, tanto os importantes como os humildes, que estavam de pé diante do trono. Foram abertos livros, e também foi aberto outro livro, o Livro da Vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que cada um havia feito, conforme estava escrito nos livros... Quem não tinha o seu nome escrito no Livro da Vida foi jogado no lago de fogo."(Apocalipse 20.11-12,15)

É melhor fazer agora nosso inventário moral terrestre para que possamos estar preparados para o que virá. Toda pessoa cujo o nome estiver escrito no Livro da Vida será salva, incluindo todas aquelas pessoas cujos os pecados tenham sido expiados pela morte de Jesus. Os que rejeitaram a oferta divina de misericórdia serão julgados segundo as suas obras registradas "nos livros". Ninguém passará nessa prova! Talvez, agora, seja um bom momento para nos assegurar de que o nosso nome esteja no livro correto. Saber que os nossos pecados estão cobertos pelo perdão de Deus pode nos ajudar a examinar a nossa vida sem temor e com sinceridade.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Apontando o Dedo

Leitura Bíblica: Mateus 7.1-5

Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém de minha confiança.

Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.

É provável que tenha havido momentos nos quais ignoramos os nossos pecados e problemas e apontado o dedo para alguém. Talvez não estejamos em sintonia com os nossos assuntos internos porque ainda estamos culpando outros pelas nossas decisões morais. Ou, talvez, evitemos um auto-exame fazendo inventários morais das pessoas que nos rodeiam.

Quando Deus perguntou a Adão e a Eva sobre o pecado deles, eles apontaram o dedo para o outro. "Aí Deus perguntou: 'E quem foi que lhe disse que você estava nu? Por acaso você comeu o fruto da árvore que o proibi de comer?' O homem disse: 'A mulher que me deste para ser a minha companheria me deu a fruta, e eu comi.' Então o Senhor Deus perguntou à mulher: 'Porque você fez isso?' A mulher respondeu: 'A cobra me enganou, e eu comi.' " (Gênesis 3.11-13). Culpar os outros como primeira tática de defesa parece ser próprio da natureza humana.

Também podemos fugir dos nossos problemas avaliando e criticando os outros. Jesus disse: "Porque é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem o cisco que está no olho do seu irmão." (Mateus 7.3,5).

Enquanto praticamos esse passo, devemos lembrar, constantemente, que esse é um tempo de auto-exame. Devemos cuidar para não culpar e examinar a vida de outros. No futuro, haverá oportunidade para ajudar outros, depois que nos tornarmos responsáveis pela nossa própria vida.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Influência Familiar

Leitura Bíblica: Neemias 9.34-38

Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém de minha confiança.

Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.


Nossa família de origem teve influência sobre o que somos hoje. Alguns de nós imaginam que nossa família foi ou é quase perfeita. Outros entre nós talvez queiram evitar a responsabilidade por suas ações culpando sua família. Seja qual for o caso, quando pensamos a respeito de nossa própria vida, também precisamos lidar com nossa própria família e os efeitos causados por seus membros sobre nós até o dia de hoje.

É dito a nós que os judeus que retornaram do exílio confessaram "os pecados que eles e os seus antepassados haviam cometido"(Neemias 9.2). Acusaram seus antepassados pelo cativeiro e pela situação difícil que enfrentavam. Eles disseram: Nossos antepassados não "se arrependeram das suas más ações. E agora nós somos escravos na terra que nos deste, esta terra boa que nos alimenta. Aquilo que a terra produz vai para os reis que pusestes para nos fazer sofrer por causa dos nossos pecados. Eles fazem o que querem conosco e com o nosso gado, e nós estamos profundamente aflitos"(Neemias 9.35-37).

Está certo admitir a verdade da causa que nos levou ao cativeiro. Isso pode envolver os erros cometidos por nossos pais ou outros membros da família. É perfeitamente correto expressar nossa raiva e ressentimento em relação ao que tudo isso causou em nossa vida. Tudo isso é parte do quadro real. No entanto, não é certo usar isso como desculpas por nossas escolhas erradas ou pra permanecermos em cativeiro. Nossos parentes podem ser parcialmente responsáveis por estarmos na situação atual, mas nós somos responsáveis pela locomoção própria e da nossa família para uma situação melhor.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Enfrentando a Tristeza

Leitura Bíblica: Neemias 8.7-10


Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém da minha confiança.

Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.


A maioria de nós hesita em realizar um inventário pessoal honesto. São inúmeras as racionalizações e as desculpas para se evitar esse passo. A razão desse procedimento está no fato de sabermos que há uma enorme dose de tristeza à nossa espera, e tememos a dor que o enfrentamento da tristeza causará.

Os exilados judeus que retornaram a Jerusalém após o cativeiro babilônico tinham perdido o contato com Deus. Durante o exílio, não tinham recebido o ensino das leis de Deus e, consequentemente, não as praticaram. Após a reconstrução do muro da cidade e do templo, os sacerdotes congregaram o povo para ler o Livro da Lei. O povo sentiu-se carregado de tristeza e começou a chorar porque sua vida estava longe de conformar-se com a Palavra de Deus.

Os sacerdotes disseram ao povo: "Este dia é sagrado para o Senhor, nosso Deus, e por isso vocês não devem lamentar nem chorar. Vão agora para casa e façam uma festa. Repartam a sua comida e o seu vinho com quem não tiver nada preaparado. Este dia é sagrado para o nosso Deus; portanto, não fiquem tristes. A alegria que o Senhor dá fará com que vocês fiquem fortes"(Neemias 8.9-10). Para o dia seguinte, marcaram a Festa das Barracas, uma festa judaica exigida que comemorava o escape dos israelitas da escravidão do Egito e o cuidado proporcionado por Deus enquanto peregrinavam pelo deserto.

Quando avançamos para enfrentar a dor e a tristeza de realizar um inventário moral, necessitamos da "alegria do Senhor" para nos dar força. Essa alegria vem do reconhecimento, até mesmo da celebração, da habilidade de Deus nos resgatar da escravidão e cuidar de nós ao transpormos a tristeza e nos dirigirmos para uma nova forma de vida.   

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Confissão

Leitura Bíblica: Neemias 9.1-3

Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém da minha confiança.

Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.


Ao fazermos nosso inventário moral, provavelmente faremos uma lista de nossos hábitos destrutivos, das nossas falhas de caráter, dos erros cometidos, das consequências das escolhas erradas com aas quais convivemos agora e dos danos que causamos a outras pessoas. É semelhante a revirar todo o lixo do nosso passado. Isso é doloroso, mas é procedimento necessário para jogar fora os hábitos e comportamentos deteriorados. Se não lidarmos com eles, certamente arruinarão todo o resto de nossa vida.

Os exilados judeus que retornaram do exílio "confessaram seus pecados". Essa frase diz muito. A idéia da confissão envolve não apenas assumir os nossos pecados, mas também inclui sentir verdadeira tristeza por causa dos mesmos. Pecados são ofensas contra Deus, inclusive toda e qualquer transgressão contra a vontade dele. A sequência natural de da verdadeira confissão, após assumirmos os nossos pecados e lamentá-los perante Deus, é abandoná-los. A confissão dos israelitas nos serve de modelo a seguir ao realizarmos o nosso inventário moral. Podemos listar as ocasiões em que ocorreram as nossas ofensas, nossos hábitos destrutivos a as consequências que causamos em nossa vida e na vida dos outros. Então, depois de nos responsabilizarmos por todo o lixo, podemos "jogá-lo na lixeira."

Na sua confissão, os israelitas assumiram, lamentaram e, então, descartaram seus pecados. Após isso, estavam melhor habilitados a fazer um novo começo. Nós podemos "assumir"o lixo em nossa própria vida ao nos responsabilizarmos pessoalmente por escolhas feitas e ações praticadas. Podemos "lamentar"os pecados permitindo-nos chorar. Podemos "descartar"os pecados deixando-os para trás e direcionando-nos para o futuro.