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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sinceramente

Apesar de a honestidade e a sinceridade serem aclamadas como valores que devemos cultivar, recebem também informações de muitas diferentes estimulando a não sermos sinceros todo o tempo, ou em todos os assuntos, ou em todos os ambientes, ou em todas as situações. Ser "quase" honesto é tão distante de uma virtude quanto manter um copo de água a meio metro da boca, enquanto se está com sede.

O processo de tentarmos ser sinceros, gradualmente transforma a atitude de ódio próprio (falso amor próprio protecionista) em um espírito de auto-aceitação baseado na graça de Cristo. Nosso esforço diário deve ser de  fazer escolhas e tomar decisões que expressem a verdade do que somos em Cristo (não de quem pensamos que deveríamos ser, nem de quem alguém mais desejaria que fôssemos); significa andar no Espírito Santo, ouvir as verdades de Cristo, me guiar pelas referência do Alto e não na minha própria força, por minha próprias verdades, na minha própria e restrita referência.

"O autocontrole sobre toda a forma de pecado, egoísmo, falsidade emocional e amor degenerado é a estrada menos percorrida para a liberdade cristã. (...) Não há crescimento ser dor, integridade sem abnegação, e nenhum deles é particularmente atraente fora do amor pessoal de Jesus Cristo." (Brennan Manning)

Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. (Galatas 5.24-25)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O PONTO DE PARTIDA DO SER

O Sermão do Monte é um retrato do coração de Jesus Cristo. As Bem-aventuranças oferecem um profundo insight de suas preferências, concepções e de sua personalidade. Jesus afirmou que as Bem-aventuranças nos capacitarão a ser como ele é. Ele falou sobre ser puro de coração. Falou sobre se compassivo. Falou sobre as atitudes profundamente arraigadas em nós, e disse: "Se você de fato deseja ser como eu, é assim que deve pensar". E bem no topo da lista está "se pobre em espírito".
Ser pobre em espírito significa agarra-se a sua humanidade empobrecida e não ter nada de que se vangloriar diante de Deus. Paulo escreve: "O que você tem que não tenha recebido? E se o recebeu, por que se orgulha, como se assim não fosse?".

Sejam mutuamente hospitaleiros, sem reclamação. 1Pedro 4.9

Fonte: Meditações para Maltrapilhos, de Brennan Manning

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Rendição versus Submissão


É importante observar que submissão não é rendição. A primeira é aceitar a realidade de forma consciente, não inconsciente. Há uma entrega superficial, mas a tensão continua. Digo que aceito quem sou, mas não aceito tão plenamente que estou disposto a agir com base nisso – de fato ser quem sou. Rendição é aquele momento em que as forças inconscientes da resistência cessam efetivamente de funcionar. O cristão agora não mais foge ao chamado do Espírito, mas aceita. "O estado emocional da rendição", escreveu o Dr. Harry S. Tiebout, "é um estado em que há uma capacidade persistente de aceitar a realidade. É um estado realmente positivo e criativo".
Quando o Cristão se rende ao Espírito no nível inconsciente, não há nenhuma batalha residual, e segue-se um relaxamento, com liberdade em relação às tensão e aos conflitos. A submissão, por outro lado, é uma aceitação sem entusiasmo. É descrita por palavras como resignação, conformidade, reconhecimento, concessão e assim por diante. Permanece um sentimento de reserva, um puxão na direção da contrariedade. A rendição produz aceitação com devoção entusiasmada.
Pelo pode que o capacita a colocar todas as coisas debaixo do seu domínio, ele transformará os nossos corpos humilhados, tornando-os semelhantes ao seu corpo glorioso. Filipenses 3.21

Meditação para Maltrapilhos