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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sinceramente

Apesar de a honestidade e a sinceridade serem aclamadas como valores que devemos cultivar, recebem também informações de muitas diferentes estimulando a não sermos sinceros todo o tempo, ou em todos os assuntos, ou em todos os ambientes, ou em todas as situações. Ser "quase" honesto é tão distante de uma virtude quanto manter um copo de água a meio metro da boca, enquanto se está com sede.

O processo de tentarmos ser sinceros, gradualmente transforma a atitude de ódio próprio (falso amor próprio protecionista) em um espírito de auto-aceitação baseado na graça de Cristo. Nosso esforço diário deve ser de  fazer escolhas e tomar decisões que expressem a verdade do que somos em Cristo (não de quem pensamos que deveríamos ser, nem de quem alguém mais desejaria que fôssemos); significa andar no Espírito Santo, ouvir as verdades de Cristo, me guiar pelas referência do Alto e não na minha própria força, por minha próprias verdades, na minha própria e restrita referência.

"O autocontrole sobre toda a forma de pecado, egoísmo, falsidade emocional e amor degenerado é a estrada menos percorrida para a liberdade cristã. (...) Não há crescimento ser dor, integridade sem abnegação, e nenhum deles é particularmente atraente fora do amor pessoal de Jesus Cristo." (Brennan Manning)

Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. (Galatas 5.24-25)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A recuperação nossa de cada dia...

Manter o foco na recuperação pode ser algo difícil de ser praticado todos os dias. Acomodação, solução parcial, trégua momentânea podem nos fazer baixar a guarda e alimentar os velhos e conhecidos maus hábitos, traumas e compulsões. O retorno à zona de conforto é automática até que um novo hábito esteja no lugar do antigo. Os hábitos podem e devem ser mudados, um por vez, sem pressa desajeitada; um dia de cada vez, com constância e consistência.

A questão não é fazer campana todo o dia, mas um dia de cada vez. A idéia e a prática de "Só por hoje" por ser extremamente libertadora das pressões desnecessárias, facilitando concentrar a atenção e energia na luta para não cair agora ou na próxima encruzilhada. Assim podemos "fazer a próxima coisa certo". Não caiamos na tentação de pensarmo-nos fortes, resolvidos, suficientes, nunca mais e coisas do gênero.

Compulsões e maus hábitos não tiram folga. Estão sempre à espreita, ou melhor, estamos sempre prontos para deixar que eles reinstalem-se em nossas vidas (pensamentos, sentimentos e ações/atitudes).

"Um dia de cada vez", "Alegrando-se com as pequenas vitórias", "Continue tentando", "Faça a próxima coisa certo", "Só por hoje"... Não são meras frases de efeito. São pequenas luzes indicadoras no painel de controle que nos ajudam a manter o foco, manter o passo, permanecer no caminho, ajustar o rumo, tomar cuidado com a pedra e o buraco ali na frente...

Assim se dá a recuperação nossa de cada dia, que Ele nos dá hoje.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Decisões e mais decisões: é a vida!

Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer causa gera resultados na nossa vida, um impacto em nossa vida e na de outras pessoas próximas. Se procurarmos saber sobre a nossa realidade interna, nossos paradigmas, teremos mais condições de atribuir e fazer com que a realidade compartilhada tenha algum significado. Seja lidando com os dilemas ou com as questões cotidianas. Então desenvolvemos teorias pessoais sobre o que acontece dentro e fora de nós, sobre o que aconteceu e está sob as névoas da memória, sobre o que aconteceria “se…”. Construímos teorias para conhecemos e compreendemos a realidade e, assim, intervirmos sobre ela, sobretudo quando estamos diante dos diversos dilemas de nossas vidas.

“A intervenção é o processo pelo qual damos rumo à nossa vida. Diferentes rumos podem ser dados e, do ponto de vista filosófico, o dualismo “certo/errado” não se aplica aqui. Isso porque a história não admite o   'se'. Nossa vida é o resultado de nossas escolhas (decisões) e não há como avaliar uma decisão não tomada, uma situação não vivida, uma escolha não feita. Nossa vida é linear e o momento é único. Isto equivale a dizer que as situações meramente pensadas não impactam a realidade, portanto não criam contexto relacional para que se possa medir seus efeitos.” (p.12, Homero Reis em Coaching Ontológico)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Livres Para Escolher

Leitura Bíblica: Deuteronômio 30.15-20

Princípio 3: Conscientemente escolho confiar toda minha vida e minha vontade aos cuidados e controle de Cristo.

Passo 3: Decidimos entregar nossas vidas e nossas vontades ao cuidado de Deus. 


Cada um tem uma decisão de vida ou morte para fazer. Todos nós fomos criados com o supremo privilégio de possuir livre vontade, a habilidade de escolher. Mesmo quando estamos na escravidão de nossas adicções, ainda assim nos defrontamos com escolhas. Quando estamos em recuperação, enfrentamos contínua tentação de recair em nossas adicções. A liberdade de escolher traz consigo o fardo das consequências de nossas escolhas. Essas escolhas afetam a nossa vida e a vida de nossos filhos. A livre vontade é bênção e responsabilidade para nós!

Deus falou através de Moisés, dizendo: "Hoje estou deixando que vocês escolham entre o bem e o mal, entre a vida e a morte. Se vocês obedecerem aos mandamentos do Senhor, nosso Deus, que hoje eu estou dando a vocês, e o amarem, e andarem no caminho que Ele mostra, e cumprirem todas as suas leis e todos os seus mandamentos, vocês viverão muito tempo... e Deus os abençoará... Porém eu lhes afirmo hoje mesmo que, se a Deus e não quiserem obedecer... nesse caso vocês serão completamente destruídos... Nesse dia chamo o céu e a terra como testemunhas contra vocês. Eu lhes dou a oportunidade de escolherem entre a vida e a morte, entre a bênção e a maldição. Escolham a vida, para que você e seus descendentes vivam muitos anos. Amem o Senhor, nosso Deus, obedeçam ao que Ele manda e fiquem ligados com Ele. Assim vocês continuarão a viver." (Deuteronômio 30.15-20)

Embora talvez nos sintamos fora do controle em relação às nossas adicções, podemos escolher no sentido de fixar o nosso coração na direção da vida. Podemos escolher amar a Deus e começar a seguir o seu programa.     

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Confiando em Deus

Leitura Bíblica: Números 23.18-24

Princípio 3: Conscientemente escolho confiar toda a minha vida e minha vontade aos cuidados e controle de Cristo.

Passo 3: Decidimos entregar nossas vidas e nossas vontades aos cuidados de Deus.


É comum vincularmos nossa percepções a respeito de Deus às nossas experiências da infância com pessoas qe desempenharam funções influentes em nossa vida, se fomos vítimas no passado de pessoas que foram excêntricas, abusivas, distantes, desleixadas ou incompetentes. Quem sabe, agora, atribuímos essas qualidades também a Deus?

O fato de Deus ser muito mais podereoso do que nós e as pessoas que nos molestaram representarem maior poder do que o nosso não nos deve levar à conclusão de que Deus nos causará dano se entregarmos nossa vida a Ele. Jesus nos conta que ele não se entregou a homens porque sabia o que se encontrava nos corações deles. No entanto, ele entregou voluntariamente sua vida à vontade de Deus, o Pai. "É melhor confiar no SENHOR do que depender de seres humanos."(Salmo 118.8)

Talves no passado tenhamos aprendido que confiar em pessoas resulta somente em dor e decepção. Não podemos deixar que isso nos impeça de cofiar em Deus. Ao trabalharmos o Passo Três, podemos tomar a sadia decisão de entregarmos nossa vontade e nossa vida ao único que merece confiança. A Bíblia nos conta que "Deus não é como os homens, que mentem; não é um ser humano, que muda de idéia."(Números 23.19). Deus disse: "Eu nunca os deixarei e jamais o abandonarei."(Hebreus 13.5)

Sabemos que não alcançamos isso sozinhos. Mas, agora, podemos deixar de ser vítimas. Podemos entregar nossa vida a Alguém que realmente é capaz de cuidar de nossas necessidades.

Deus é o único que pode dizer: Eu nunca...