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quarta-feira, 8 de maio de 2013

DEUS. PARA QUE DEUS?


Entre os pecados do rei Davi, está também a vaidade. A irritação de Deus quando o rei mandou fazer um (aparentemente inocente) recenseamento o indica.
Qual o problema em promover um recenseamento? Nenhum.
Mas veja os números mencionados: são números de soldado.
O número era para mostrar o quão capaz era Davi em formar um exército. Aplauda-me, povo. Vocês têm um rei realmente genial. Ninguém me segura. Vaidade.
O número era para mostrar que Davi não precisava mais depender de Deus para vencer; dependeria do número dos seus soldados. Adeus orar para guerrear. O número garantia. Autossuficiência.
Veja também a objeção do seu assessor ao censo. Davi não ouve. Estou mandando.
A agenda de Deus não incluía um recenseamento, que estava na de Satanás, que tentou Davi, que caiu.
Foi tentado a contar e contou. Não consultou a Deus.
A seu favor, reconheçamos, Davi se arrependeu. Também por isto, é um homem segundo o coração de Deus. Não podemos não pecar, mas podemos nos arrepender.
Davi também aprendeu, e não fugiu, que o pecado tem consequências, mesmo quando confessado. Excepcionalmente, ao nos perdoar, Deus pode remover também as consequências, mas esta não é a regra geral. No caso, qual foi o castigo? O número de soldados foi reduzido. O orgulho era o número; o preço foi no número.

Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

NOVOS PECADOS CAPITAIS: A MANIPULAÇÃO

Somos naturalmente movidos a interesses. Sendo mais claro: somos naturalmente movidos por nossos próprios interesses.
Ao mesmo tempo, aprendemos que devemos respeitar (cultura secular) ou dar preferência aos interesses dos outros (contracultura cristã).
Então, encontramos formas de burlar o que se espera de nós.
Um amigo faz aniversário e não ligamos para ele. De repente, nós nos lembramos que ele pode nos ser útil em alguma área da vida. Correndo, pegamos o telefone e nos derramamos em votos de muitos anos de vida.
Você ocupa um cargo importante numa organização e a cada aniversário recebe uma cesta de café-da-manhã de uma família aparentando amizade. Você deixa o cargo e o brinde anual das manhãs deixa de bater à sua porta também.
Precisamos de um favor e telefonamos para saber como vai a mãe enferma de nosso amigo.
Elogiamos para dar a impressão ao outro que o amamos.
Tratamos bem a quem nos trata bem.
Tratamos bem a quem pode nos dar algo no futuro.
Apoiamos a ideia do outro para ter o seu apoio mais adiante.
Não é terrível?

Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
06/10/2012

sábado, 6 de outubro de 2012

NOVOS PECADOS CAPITAIS: A COMPARAÇÃO

É pecado nos compararmos uns aos outros.
A comparação é filha da ignorância: não conhecemos o outro a quem nos comparamos; nada sabemos de sua história, de suas oportunidades, de seus fracassos. Sabemos tão pouco sobre nós mesmos, incapazes de responder a simples perguntas: por que somos como somos?
A comparação é mãe da inveja: o outro não merece ter o que tem, diferentemente de nós.
E a inveja é o berço onde cresce a amargura. É o beco onde o crime é concebido.
Se nos amamos, não devemos nos comparar ao outro. Por amor a nós mesmos.
Se amamos o nosso próximo, devemos ficar felizes como eles estão, mesmo que APARENTEMENTE se encontrem alguns degraus acima do nosso.
O que nós somos não depende do que o outro é.

Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
03/10/2012