Somos naturalmente movidos a interesses. Sendo mais claro: somos naturalmente movidos por nossos próprios interesses.
Ao mesmo tempo, aprendemos que devemos respeitar (cultura secular) ou dar preferência aos interesses dos outros (contracultura cristã).
Então, encontramos formas de burlar o que se espera de nós.
Um amigo faz aniversário e não ligamos para ele. De repente, nós nos lembramos que ele pode nos ser útil em alguma área da vida. Correndo, pegamos o telefone e nos derramamos em votos de muitos anos de vida.
Você ocupa um cargo importante numa organização e a cada aniversário recebe uma cesta de café-da-manhã de uma família aparentando amizade. Você deixa o cargo e o brinde anual das manhãs deixa de bater à sua porta também.
Precisamos de um favor e telefonamos para saber como vai a mãe enferma de nosso amigo.
Elogiamos para dar a impressão ao outro que o amamos.
Tratamos bem a quem nos trata bem.
Tratamos bem a quem pode nos dar algo no futuro.
Apoiamos a ideia do outro para ter o seu apoio mais adiante.
Não é terrível?
Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
06/10/2012
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sexta-feira, 12 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
NOVOS PECADOS CAPITAIS: A COMPARAÇÃO
É pecado nos compararmos uns aos outros.
A comparação é filha da ignorância: não conhecemos o outro a quem nos comparamos; nada sabemos de sua história, de suas oportunidades, de seus fracassos. Sabemos tão pouco sobre nós mesmos, incapazes de responder a simples perguntas: por que somos como somos?
A comparação é mãe da inveja: o outro não merece ter o que tem, diferentemente de nós.
E a inveja é o berço onde cresce a amargura. É o beco onde o crime é concebido.
Se nos amamos, não devemos nos comparar ao outro. Por amor a nós mesmos.
Se amamos o nosso próximo, devemos ficar felizes como eles estão, mesmo que APARENTEMENTE se encontrem alguns degraus acima do nosso.
O que nós somos não depende do que o outro é.
Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
03/10/2012
A comparação é filha da ignorância: não conhecemos o outro a quem nos comparamos; nada sabemos de sua história, de suas oportunidades, de seus fracassos. Sabemos tão pouco sobre nós mesmos, incapazes de responder a simples perguntas: por que somos como somos?
A comparação é mãe da inveja: o outro não merece ter o que tem, diferentemente de nós.
E a inveja é o berço onde cresce a amargura. É o beco onde o crime é concebido.
Se nos amamos, não devemos nos comparar ao outro. Por amor a nós mesmos.
Se amamos o nosso próximo, devemos ficar felizes como eles estão, mesmo que APARENTEMENTE se encontrem alguns degraus acima do nosso.
O que nós somos não depende do que o outro é.
Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
03/10/2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
O PÃO E A FOME
Certa vez um pão caminhava tranquilo por uma estrada. Estava extasiado, radiante, pois acabara de nascer de uma espiga de trigo selecionada e sovada por um par de mãos bastante experientes naquele ofício, as mesmas mãos que haviam também semeado e colhido a espiga, além de construir o forno, colher a lenha, acender o fogo e o assar na temperatura perfeita.
Em sua caminhada o pão notou que era muito observado por todos com quem cruzava, isto o inquietava. Sabia de alguma forma que aqueles olhares lhe requeriam alguma coisa... não sabia o que! Mas havia algo a ser feito, faltava algo. Aqueles olhares o fazia se sentir interminado, incompleto, apesar da excelência que havia na sua criação.
Enquanto angustiava por uma resposta para sua inquietação aproximou-se dele uma boca, que como todos à sua volta, lhe observava e expressava tristeza!... Então ele lhe perguntou:
- Porque todos expressam tanta tristeza? Ao que a boca lhe respondeu: É a fome! O que é a fome? Perguntou-lhe, pois não a conhecia, jamais havia cruzado com ela.- “ É um monstro grande e atroz que pisa a inocência de todos causando-lhes profunda dor!”ela nos tira a dignidade e nos leva à morte.
Diante de tanta atrocidade o pão ficou indignado, não sabia porque , parece que... meio por instinto, era como se esse sentimento fizesse parte da sua natureza. Não sabia como, mas sentia que de alguma maneira era o único que poderia vencer aquele algoz chamado “fome”. Mas como? O pão se perguntava!
Diante da dúvida de como fazê-lo, mas com a convicção de que o deveria, o pão então decidiu lutar! Mas com que arma? Não havia armas, não tinha nada além de si mesmo. Lembrou-se do trigo, da massa, do forno, a lenha... o fogo... as mãos... era tudo muito harmônico, aquelas lembranças eram muito boas, lhe confortavam. - Mas e aqui? Olhando novamente todos à sua volta, um sentimento, estranho até então, lhe tomou e se sobrepunha as suas lembranças. Era a misericórdia, que agora o acometia.
Sentiu que a misericórdia o compelia a lutar. Mas não havia armas!..., se não a si mesmo! Diante da falta de armas resolve então dar a única coisa que dispunha... a si mesmo. Imediatamente partiu-se em dois e se deu à boca! A boca sorriu! Diante daquele sorriso sentiu-se capaz de reconquistar a alegria de todos. Imediatamente os outros que o observavam tristonhos se aproximaram e ele também os municiou com a arma que dispunha, e todos sorriam, sorriam, outros vinham, ele os serviam e eles sorriam, e outros e outros... De repente se apercebe do que estava fazendo e pára pra olhar pra si mesmo. Notou que as pedras do forno o circundava novamente, sentiu o calor do fogo, sentiu que a espiga de onde viera o tomava, a massa sovada adentrava à seu corpo, havia um renovo, ele não tinha fim... Mas como? se perguntava. Era uma experiência nova, impossível até então: Era o milagre! Viu que quando se multiplicava em dois as suas duas partes eram seguradas pelas mãos e tinham a forma das mãos, eram à sua imagem e semelhança. Sentiu-se completo, pleno! E viu que as mãos o aplaudiam, as mãos estavam com ele e o refaziam. Entendeu então que o trigo, a massa, a mesa, o forno, a lenha, o fogo, a coragem, a misericórdia, a luta, o milagre e o sorriso vinham das mãos, tudo foi criado por elas, que sem Elas nada poderia existir. Entendeu que tamanho poder com que lutava não vinha dos elementos que o compunham, mas das mãos que os criaram.
Voltando-se à batalha percebeu que a fome não suportava tantos sorrisos, tantos aplausos, era demais pra sua mesquinhez. O algoz estava vencido!
Viu finalmente que só havia uma coisa que podia fazer: Crer que era possível e decidir fazer.
E as mãos aplaudiam... E não houve mais fome nem tristeza... Só houve sorrisos!
Alderito Nogueira
Crgyn
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Reflexos de um espelho
Para aceitar aquilo que eu não posso mudar,
A coragem para mudar o que for possível, e
A sabedoria para discernir entre as duas.
A Oração da Serenidade é muito rica e interessante; é uma obra de arte.
A cada frase muitas reflexões podem surgir a quem a contempla, se estiver aberto e desejante de ver. Se buscar ver o que é refletido de sua própria imagem, de sua própria vida.
Cada sentença e declaração traz muito a consciência e a ação-mudança.
Quando contemplo, no silêncio, e proclamos a Oração, uma luz inside sobre minha existência e posso ver um pouco mais do que estava perdido ou escondido nas minhas sombras.
Vivendo um dia de cada vez.
Apreciando um momento de cada vez.
Recebendo as dificuldades como um caminha para a paz.
...
segunda-feira, 5 de abril de 2010
PARE de Brincar de Deus!
No início de toda caminhada de recuperação, existem três atitudes que devemos tomar em relação ao problema, para que sejamos no mínimo bem intencionados. São elas:
1) Deixar de ser Deus;
2) Assumir a impotência;
3) Deixar o falso controle;
1) Deixar de ser Deus;
2) Assumir a impotência;
3) Deixar o falso controle;
Partindo do pré-suposto de que a figura de Deus implica em um poder superior a nós em sua onisciência, onipresença e onipotência ser Deus não deve ser tarefa fácil. Aliás, para que possamos assumir o lugar de Deus precisamos enxergar como Deus; pensar como Deus e ter os atributos de Deus inclusive sua natureza e isso provavelmente é impossível ao homem.
Ter a idéia de que existe algo em nós que não controlamos nos deixa fragilizados e frustrados. O interessante é que nós não percebemos que não somos capazes de mudar e continuamos a tentar entrando num ciclo doentio de tentativas frustrantes e cansativas. Gastamos muito mais energia permanecendo na doença do que tentando deixá-la.
Tentar deixar o mau hábito/vício/doença implica em admitir que não somos Deus, que sou impotente e que esse problema está fora de controle,ou seja, deixar a negação. Negação é um mecanismo de defesa psíquico e inconsciente que atua sempre que uma situação ameaça o nosso EGO. Brincar de ser Deus é ter a falsa sensação de que temos o controle e que nada é capaz de ameaçar o nosso EGO.
A negação não é apenas rejeitarmos a idéia de sermos pessoas problemáticas e impotentes devido à dor de termos de enfrentar uma dura realidade que nos proporciona um grande sofrimento psíquico, mas principalmente uma tendência de cultivarmos em nós de maneira consciente e inconsciente o desejo de ser igual a Deus.
Veja como fica o P1P1 de quem nega e não admiti:
— Princípio 1: Reconheço que sou Deus. Admito que sou potente para controlar minha tendência de fazer as coisas erradas e que a minha vida está sob controle.
“Felizes os que sabem que são espiritualmente ricos.”
— Passo 1: Admitimos sermos potentes diante de nossos vícios e comportamentos compulsivos e que nossas vidas se tornaram governáveis.
“Pois eu bem sei que aquilo que é bom vive em mim, isto é, na minha natureza humana. Porque, mesmo tendo dentro de mim a vontade de fazer o bem, eu consigo fazê-lo.”
(Eumanos 7:18)
Ser Deus não é fácil! Quer tentar?
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Tristeza Construtiva
Leitura Bíblica: 2Coríntios 7.8-11
Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém de minha confiança.
Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
Todos temos de lutar contra a tristeza. Podemos tentar escondê-la ou ignorá-la. Podemos afogá-la rendendo-nos à nossa adicção; ou lidemos com ela de maneira racional para não senti-la. Mas a tristeza não vai embora. Precisamos aceitar que a tristeza fará parte do processo ao fazer o inventário.
Nem sempre a tristeza é algo ruim para nós. O apóstolo Paulo tinha escrito uma carta ao crentes Coríntios. Essa carta provocou muita tristeza porque confrontou os coríntios com algo errado que estavam fazendo. A princípio, ficou com pena, pensando que os tinha machucado, mas, depois, disse: "Mas agora estou alegre, não porque vocês ficaram tristes, mas porque aquela tristeza fez com que vocês se arrependessem. Aquela tristeza foi usada por Deus, e assim nós não causamos nenhum mal a vocês. Pois a tristeza que é usada por Deus produz o arrependimento que leva à salvação; e nisso não há motivo para alguém ficar triste. Mas as tristezas deste mundo produzem a morte. Vocês suportaram a tristeza da maneira que agrada a Deus... Em tudo isso vocês mostraram que não tiveram culpa naquele caso."(2Coríntios 7.9-11)
Jeremias disse: "Ele pode fazer agente sofrer, mas também tem compaixão porque o seu amor é imenso. Não é com prazer que ele nos causa sofrimento ou dor."(Lamentações 3.32-33)
A aflição dos coríntios foi boa, pois foi produto de uma honesta avaliação interna e não de uma mórbida autocondenação. Podemos aprender a aceitar nossa tristeza como um aspecto positivo da recuperação e não como um castigo.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Deus Conceda-me a Serenidade...
Leitura Bíblica: Gênesis 37-45
Há momentos em que a vida nos trata de maneira injusta. É possível que protestemos contra a injustiça, façamo-nos vítimas de autopiedade, mergulhemos numa atitude de "pobre de mim" ou afundemos em depressão. Nessas horas, quando a vida é injusta, no entanto, o que precisamos mesmo é serenidade.
Se alguém, no decorrer da história, tivesse que dizer que foi tratado injustamente, essa pessoa seria José. Ele era um dentre doze filhos, o favorito de seu pai. No seu ciúme, os dez irmãos mais velhos de José encenaram a sua morte a fim de enganar o pai. Venderam José como escravo, sendo este levado ao Egito. Uma vez escravo, José empenhou-se em servir bem seu patrão e, rapidamente, foi promovido. Então, ele foi tentado pela mulher de seu patrão e, quando José se recusou a deitar com ela, foi acusado falsamente de violação. Jogado na cadeia sem esperança de libertação, ele, novamente, fez o melhor para servir. Em seguida, foi lhe confiada a administração da prisão. Finalmente, depois de muitos anos, José foi libertado. Foi promovido a posição de primeiro ministro do Egito. Nessa posição, José foi capaz de confrontar e perdoar seus irmãos, qie o haviam vendido como escravo muitos anos antes.
Requer-se serenidade, coragem e sabedoria para se manter uma atitude saudável quando a vida não é justa. Não podemos mudar o fato de nosso mundo ser imperfeito e as coisas estarem muito aquém do jeito que deveriam ser, mas nós podemos escolher as atitudes a serem tomadas. Necessitamos obter serenidade de Deus para que Ele nos ajude a encarar com otimismo as ocasiões quando somos tratados injustamente. Necessitamos de sabedoria para saber se devemos lutar contra a injustiça ou tirar o melhor duma situação ruim.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Inventário para a Recuperação
Leitura Bíblica: Apocalipse 20.11-15
Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minha falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém de minha confiança.
Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
É possível que não desejemos fazer um inventário moral de nossas vidas; é normal que queiramos evitar um exame pessoal. Mas, no fundo, provavelmente, sintamos que chegará um dia em que teremos de encarar a verdade sobre nós e sobre a nossa vida.
A bíblia nos diz que virá um dia quando será feito um inventário da vida de cada pessoa. Ninguém poderá se esconder. Na visão do João, ele viu "um grande trono branco e aquele que está assentado nele. A terra e o céu fugiram da sua presença e não foram vistos mais. Vi também os mortos, tanto os importantes como os humildes, que estavam de pé diante do trono. Foram abertos livros, e também foi aberto outro livro, o Livro da Vida. Os mortos foram julgados de acordo com o que cada um havia feito, conforme estava escrito nos livros... Quem não tinha o seu nome escrito no Livro da Vida foi jogado no lago de fogo."(Apocalipse 20.11-12,15)
É melhor fazer agora nosso inventário moral terrestre para que possamos estar preparados para o que virá. Toda pessoa cujo o nome estiver escrito no Livro da Vida será salva, incluindo todas aquelas pessoas cujos os pecados tenham sido expiados pela morte de Jesus. Os que rejeitaram a oferta divina de misericórdia serão julgados segundo as suas obras registradas "nos livros". Ninguém passará nessa prova! Talvez, agora, seja um bom momento para nos assegurar de que o nosso nome esteja no livro correto. Saber que os nossos pecados estão cobertos pelo perdão de Deus pode nos ajudar a examinar a nossa vida sem temor e com sinceridade.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Apontando o Dedo
Leitura Bíblica: Mateus 7.1-5
Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém de minha confiança.
Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
É provável que tenha havido momentos nos quais ignoramos os nossos pecados e problemas e apontado o dedo para alguém. Talvez não estejamos em sintonia com os nossos assuntos internos porque ainda estamos culpando outros pelas nossas decisões morais. Ou, talvez, evitemos um auto-exame fazendo inventários morais das pessoas que nos rodeiam.
Quando Deus perguntou a Adão e a Eva sobre o pecado deles, eles apontaram o dedo para o outro. "Aí Deus perguntou: 'E quem foi que lhe disse que você estava nu? Por acaso você comeu o fruto da árvore que o proibi de comer?' O homem disse: 'A mulher que me deste para ser a minha companheria me deu a fruta, e eu comi.' Então o Senhor Deus perguntou à mulher: 'Porque você fez isso?' A mulher respondeu: 'A cobra me enganou, e eu comi.' " (Gênesis 3.11-13). Culpar os outros como primeira tática de defesa parece ser próprio da natureza humana.
Também podemos fugir dos nossos problemas avaliando e criticando os outros. Jesus disse: "Porque é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem o cisco que está no olho do seu irmão." (Mateus 7.3,5).
Enquanto praticamos esse passo, devemos lembrar, constantemente, que esse é um tempo de auto-exame. Devemos cuidar para não culpar e examinar a vida de outros. No futuro, haverá oportunidade para ajudar outros, depois que nos tornarmos responsáveis pela nossa própria vida.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Benção da Dependência Divina
Oração da Fragilidade - Larry Hein
"Que todas as suas expectativas sejam frustradas,
Que todos os seus planos sejam atrapalhados,
Que todos os seus desejos definhem até a insignificância,
Que você possa experimentar a impotência e a pobreza de uma criança,
cantar e dançar no amor de Deus, que é Pai, Filho e Espírito".
(extraido de O impostor que vive em mim, Brennan Manning)
Influência Familiar
Leitura Bíblica: Neemias 9.34-38
Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém de minha confiança.
Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
Nossa família de origem teve influência sobre o que somos hoje. Alguns de nós imaginam que nossa família foi ou é quase perfeita. Outros entre nós talvez queiram evitar a responsabilidade por suas ações culpando sua família. Seja qual for o caso, quando pensamos a respeito de nossa própria vida, também precisamos lidar com nossa própria família e os efeitos causados por seus membros sobre nós até o dia de hoje.
É dito a nós que os judeus que retornaram do exílio confessaram "os pecados que eles e os seus antepassados haviam cometido"(Neemias 9.2). Acusaram seus antepassados pelo cativeiro e pela situação difícil que enfrentavam. Eles disseram: Nossos antepassados não "se arrependeram das suas más ações. E agora nós somos escravos na terra que nos deste, esta terra boa que nos alimenta. Aquilo que a terra produz vai para os reis que pusestes para nos fazer sofrer por causa dos nossos pecados. Eles fazem o que querem conosco e com o nosso gado, e nós estamos profundamente aflitos"(Neemias 9.35-37).
Está certo admitir a verdade da causa que nos levou ao cativeiro. Isso pode envolver os erros cometidos por nossos pais ou outros membros da família. É perfeitamente correto expressar nossa raiva e ressentimento em relação ao que tudo isso causou em nossa vida. Tudo isso é parte do quadro real. No entanto, não é certo usar isso como desculpas por nossas escolhas erradas ou pra permanecermos em cativeiro. Nossos parentes podem ser parcialmente responsáveis por estarmos na situação atual, mas nós somos responsáveis pela locomoção própria e da nossa família para uma situação melhor.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Enfrentando a Tristeza
Leitura Bíblica: Neemias 8.7-10
Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém da minha confiança.
Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
A maioria de nós hesita em realizar um inventário pessoal honesto. São inúmeras as racionalizações e as desculpas para se evitar esse passo. A razão desse procedimento está no fato de sabermos que há uma enorme dose de tristeza à nossa espera, e tememos a dor que o enfrentamento da tristeza causará.
Os exilados judeus que retornaram a Jerusalém após o cativeiro babilônico tinham perdido o contato com Deus. Durante o exílio, não tinham recebido o ensino das leis de Deus e, consequentemente, não as praticaram. Após a reconstrução do muro da cidade e do templo, os sacerdotes congregaram o povo para ler o Livro da Lei. O povo sentiu-se carregado de tristeza e começou a chorar porque sua vida estava longe de conformar-se com a Palavra de Deus.
Os sacerdotes disseram ao povo: "Este dia é sagrado para o Senhor, nosso Deus, e por isso vocês não devem lamentar nem chorar. Vão agora para casa e façam uma festa. Repartam a sua comida e o seu vinho com quem não tiver nada preaparado. Este dia é sagrado para o nosso Deus; portanto, não fiquem tristes. A alegria que o Senhor dá fará com que vocês fiquem fortes"(Neemias 8.9-10). Para o dia seguinte, marcaram a Festa das Barracas, uma festa judaica exigida que comemorava o escape dos israelitas da escravidão do Egito e o cuidado proporcionado por Deus enquanto peregrinavam pelo deserto.
Quando avançamos para enfrentar a dor e a tristeza de realizar um inventário moral, necessitamos da "alegria do Senhor" para nos dar força. Essa alegria vem do reconhecimento, até mesmo da celebração, da habilidade de Deus nos resgatar da escravidão e cuidar de nós ao transpormos a tristeza e nos dirigirmos para uma nova forma de vida.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Confissão
Leitura Bíblica: Neemias 9.1-3
Princípio 4: Unilateralmente e abertamente analiso e confesso todas as minhas falhas a mim mesmo, a Deus e a alguém da minha confiança.
Passo 4: Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
Ao fazermos nosso inventário moral, provavelmente faremos uma lista de nossos hábitos destrutivos, das nossas falhas de caráter, dos erros cometidos, das consequências das escolhas erradas com aas quais convivemos agora e dos danos que causamos a outras pessoas. É semelhante a revirar todo o lixo do nosso passado. Isso é doloroso, mas é procedimento necessário para jogar fora os hábitos e comportamentos deteriorados. Se não lidarmos com eles, certamente arruinarão todo o resto de nossa vida.
Os exilados judeus que retornaram do exílio "confessaram seus pecados". Essa frase diz muito. A idéia da confissão envolve não apenas assumir os nossos pecados, mas também inclui sentir verdadeira tristeza por causa dos mesmos. Pecados são ofensas contra Deus, inclusive toda e qualquer transgressão contra a vontade dele. A sequência natural de da verdadeira confissão, após assumirmos os nossos pecados e lamentá-los perante Deus, é abandoná-los. A confissão dos israelitas nos serve de modelo a seguir ao realizarmos o nosso inventário moral. Podemos listar as ocasiões em que ocorreram as nossas ofensas, nossos hábitos destrutivos a as consequências que causamos em nossa vida e na vida dos outros. Então, depois de nos responsabilizarmos por todo o lixo, podemos "jogá-lo na lixeira."
Na sua confissão, os israelitas assumiram, lamentaram e, então, descartaram seus pecados. Após isso, estavam melhor habilitados a fazer um novo começo. Nós podemos "assumir"o lixo em nossa própria vida ao nos responsabilizarmos pessoalmente por escolhas feitas e ações praticadas. Podemos "lamentar"os pecados permitindo-nos chorar. Podemos "descartar"os pecados deixando-os para trás e direcionando-nos para o futuro.
domingo, 17 de maio de 2009
Entrega Total
Leitura Bíblica: Tiago 4.7-10
Princípio 3: Conscientemente escolho confiar toda a minha vida e minha vontade aos cuidados e controle de Cristo.
Passo 3: Decidimos entregar nossas vidas e nossas vontades ao cuidado de Deus.
É possível que já tenhamos decidido seguir ao Senhor, permitindo que ele defina o rumo total de nossa vida. Mesmo assim, muitos de nós ainda tentamos esconder de Deus algumas partes do nosso coração. Reservamos essas zonas para agradar à nossa dicção, para fazer coisas contrárias à vontade de Deus. Isso é viver uma vida dupla, o que pode nos encher de culpa, vergonha e instabilidade.
Mesmo aqueles que entregamos o nosso coração a Deus enfrentamos cada dia novas tentações e a necessidade de tomar decisões. Tiago estava se dirigindo a crentes quando escreveu: "Portanto, obedeçam a Deus e enfrentem o diabo, que ele fugirá de vocês. Cheguem perto de Deus, e ele chegará perto de vocês."(Tiago 4.7-8).
Se decidimos viver uma vida dupla, podemos começar a duvidar se Deus nos ouve totalmente. Como Tiago escreveu: "Quem duvida é como as ondas do mar, que o vento leva de um lado para o outro. Quem é assim não pense que vai receber alguma coisa do Senhor, pois não tem firmeza e nunca sabe o que deve fazer."(Tiago 1.6-8).
Quando resistirmos ao diabo em tudo o que fizermos e nos aproximarmos mais de Deus, ele se aproximará de nós. Quando abrirmos as partes escondidas do nosso coração e começarmos a tomar decisões a favor da nossa recuperação, então estaremos mais confiantes de que Deus deseja nos ajudar.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Livres Para Escolher
Leitura Bíblica: Deuteronômio 30.15-20
Princípio 3: Conscientemente escolho confiar toda minha vida e minha vontade aos cuidados e controle de Cristo.
Passo 3: Decidimos entregar nossas vidas e nossas vontades ao cuidado de Deus.
Cada um tem uma decisão de vida ou morte para fazer. Todos nós fomos criados com o supremo privilégio de possuir livre vontade, a habilidade de escolher. Mesmo quando estamos na escravidão de nossas adicções, ainda assim nos defrontamos com escolhas. Quando estamos em recuperação, enfrentamos contínua tentação de recair em nossas adicções. A liberdade de escolher traz consigo o fardo das consequências de nossas escolhas. Essas escolhas afetam a nossa vida e a vida de nossos filhos. A livre vontade é bênção e responsabilidade para nós!
Deus falou através de Moisés, dizendo: "Hoje estou deixando que vocês escolham entre o bem e o mal, entre a vida e a morte. Se vocês obedecerem aos mandamentos do Senhor, nosso Deus, que hoje eu estou dando a vocês, e o amarem, e andarem no caminho que Ele mostra, e cumprirem todas as suas leis e todos os seus mandamentos, vocês viverão muito tempo... e Deus os abençoará... Porém eu lhes afirmo hoje mesmo que, se a Deus e não quiserem obedecer... nesse caso vocês serão completamente destruídos... Nesse dia chamo o céu e a terra como testemunhas contra vocês. Eu lhes dou a oportunidade de escolherem entre a vida e a morte, entre a bênção e a maldição. Escolham a vida, para que você e seus descendentes vivam muitos anos. Amem o Senhor, nosso Deus, obedeçam ao que Ele manda e fiquem ligados com Ele. Assim vocês continuarão a viver." (Deuteronômio 30.15-20)
Embora talvez nos sintamos fora do controle em relação às nossas adicções, podemos escolher no sentido de fixar o nosso coração na direção da vida. Podemos escolher amar a Deus e começar a seguir o seu programa.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Confiando em Deus
Leitura Bíblica: Números 23.18-24
Princípio 3: Conscientemente escolho confiar toda a minha vida e minha vontade aos cuidados e controle de Cristo.
Passo 3: Decidimos entregar nossas vidas e nossas vontades aos cuidados de Deus.
É comum vincularmos nossa percepções a respeito de Deus às nossas experiências da infância com pessoas qe desempenharam funções influentes em nossa vida, se fomos vítimas no passado de pessoas que foram excêntricas, abusivas, distantes, desleixadas ou incompetentes. Quem sabe, agora, atribuímos essas qualidades também a Deus?
O fato de Deus ser muito mais podereoso do que nós e as pessoas que nos molestaram representarem maior poder do que o nosso não nos deve levar à conclusão de que Deus nos causará dano se entregarmos nossa vida a Ele. Jesus nos conta que ele não se entregou a homens porque sabia o que se encontrava nos corações deles. No entanto, ele entregou voluntariamente sua vida à vontade de Deus, o Pai. "É melhor confiar no SENHOR do que depender de seres humanos."(Salmo 118.8)
Talves no passado tenhamos aprendido que confiar em pessoas resulta somente em dor e decepção. Não podemos deixar que isso nos impeça de cofiar em Deus. Ao trabalharmos o Passo Três, podemos tomar a sadia decisão de entregarmos nossa vontade e nossa vida ao único que merece confiança. A Bíblia nos conta que "Deus não é como os homens, que mentem; não é um ser humano, que muda de idéia."(Números 23.19). Deus disse: "Eu nunca os deixarei e jamais o abandonarei."(Hebreus 13.5)
Sabemos que não alcançamos isso sozinhos. Mas, agora, podemos deixar de ser vítimas. Podemos entregar nossa vida a Alguém que realmente é capaz de cuidar de nossas necessidades.
Deus é o único que pode dizer: Eu nunca...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Acreditando na Recuperação
Leitura Bíblica: Romanos 1.18-20
Princípio 2: Acredito de todo o coração que Deus existe, que ele se importa comigo e que tem o poder de me ajudar em minha recuperação.
Passo 2: Acreditamos que um Poder Superior a nós pode devolver-nos a sanidade.
Dizer que "viemos a acreditar" sugere um processo. Acreditar é o resultado de considerar, duvidar, raciocinar e concluir. A habilidade de dar boa forma a uma fé é parte do que significa ser feitos parecidos com Deus. Isso envolve emoção e lógica que nos leva à ação. Então, qual é o processo que nos leva a uma fé sólida e muda nossa vida?
Começamos com as nossas experiências pessoais e vemos o que é que não funciona. Quando examinamos a nossa própria condição, compreendemos que não temos poder suficiente para vencer a nossa dependência. Tentamos com todas as nossas forças, mas sem nenhum resultado. Quando estamos suficientemente tranquilos para escutar, ouvimos essa voz mansa e suave dentro de nós, que nos diz: "Existe um Deus e ele é extremamente poderoso."O apóstolo Paulo disse isso da seguinte maneira: "O que se pode conhecer a respeito de Deus está bem claro para elas (todas as pessoas), pois foi o próprio Deus que lhes mostrou isso"(Romanos 1.19).
Reconhecer as nossas fraquezas íntimas é o primeiro passo para a recuperação. Quando olhamos além de nós, descobrimos que há outros que lutaram contra uma adicção e se recuperaram. Sabemos que eles também eram incapazes de curar a si mesmos, porém, agora, vivem livres de suas condutas adictivas. Concluímos que deve haver um Poder Superior que os ajudou. Podemos ver a semelhanças entre as lutas dessas pessoas e as nossas e, com isso, chegamos ao conhecimento de que o nosso poderoso Deus pode nos restaurar a sanidade. Aqui é onde muitas pessoas se encontram quando se chega ao Passo Dois e, no caminho para a recuperação, esse é um bom lugar para estar.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Retorno Para a Sanidade
Leitura Bíblica: Lucas 15.11-24
Princípio 2: Acredito de todo o coração que Deus existe, que ele se importa comigo e que tem o poder de me ajudar em minha recuperação.
Passo 2: Acreditamos que um Poder Superior a nós pode devolver-nos a sanidade.
Na progressão natural da adicção, a vida se degenera. De uma forma ou de outra, muitos de nós um dia acordamos e percebemos que estamos vivendo como um animal. O quanto isso está acontecendo depende da natureza da nossa adicção. Alguns de nós podemos estar vivendo como animais em termos de ambiente físico. Outros talvez sejamos escravos das nossas paixões animais; emoções tão fortes, que desumanizam a nós e a outros.
Um jovem pediu sua herança antecipadamente e saiu de casa. Quando ficou sem dinheiro, as mulheres eram somente uma lembrança e a "euforia"já havia acabado, foi obrigado a apascentar porcos para a ganhar a vida a duras penas. Quando já estava tão faminto a ponto de ter inveja da comida dos porcos, entendeu que tinha um problema. "Caindo em si, ele pensou: 'Quantos trabalhadores do meu pai tem comida de sobra, e eu estou aqui morrendo de fome! Vou voltar para casa do meu pai...' Então saiu dali e voltou para casa do pai. Quando o rapaz ainda estava longe de casa, o pai o avistou. E, com muito pena do filho, correu, e o abraçou, e beijou."(Lucas 15.17-18,20).
O fato de termos a capacidade de reconhecer a nossa vida como algo degenerado ou demente demonstra que há esperança de uma vida melhor. Lembramos dos tempos em que a vida era boa e desejamos que volte a ser assim. Quando nos voltarmos para Deus, que é suficientemente poderoso para nos ajudar a construir algo melhor, descobriremos que o seu poder pode nos devolver a sanidade.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Recuperação Pela FÉ
Leitura Bíblica: Lucas 8.43-48
Princípio 2: Acredito de todo coração que Deus existe, que ele se importa comigo e que tem o poder de me ajudar em minha recuperação.
Passo 2: Acreditamos que um Poder Superior a nós poderá devolver-nos a sanidade.
A Fé é a chave para trabalhar o segundo passo com sucesso. Para alguns de nós, a fé chega facilmente. Para outros, especialmente se experimentamos a traição, pode ser mais fácil. Às vezes, pensamos que devemos esgotar todos os nossos recursos tentando superar a nossa "enfermidade" adictiva antes de nos arriscar a crer em um Poder Superior.
Quando Jesus viveu na terra, era tão reconhecido pelo seu poder de cura, que multidões de enfermos o seguiam constantemente. Um dia, chegou uma mulher que fazia doze anos que estava com uma hemorragia. Ela havia gastado com os médicos tudo o que tinha, mas ninguém havia conseguido curá-la. Ela foi por trás de Jesus e tocou na barra da capa dele, e logo o sangue parou de escorrer...Aí Jesus disse: "Minha filha, você sarou porque teve FÉ! Vá em paz." (Lucas 8.43-44,48).
Para alcançar a recuperação, devemos seguir o exemplo dessa mulher. Não podemos nos dar ao luxo de ficar esperando "curas"e evitar uma ação deliberada por falta de FÉ. Talvez tenhamos vivido com nossa enfermidade durante muitos anos, gastando os nossos recursos em "curas"que são prometidas, mas sem obter resultados. Quando pudermos crer em Deus, O Poder Superior a nós, e ter a FÉ para assumir a nossa própria recuperação, encontraremos o poder curador que estamos buscando.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Escravidão Interior
Leitura Bíblica: Marcos 5.1-13
Princípio 2: Acredito de todo coração que Deus existe, que ele se importa comigo e que tem o poder de me ajudar em minha recuperação.
Passo 2: Acreditamos que um Pode Superior a nós poderá devolver-nos a sanidade.
Quando estamos sob a influência da nossa adicção, o seu poder parece ter uma força sobrenatural. Talvez possamos desistir da vida e lançar-nos em comportamentos autodestrutivos com uma impulsividade imprudente. Talvez as pessoas tenham desistido de nós. Talvez se distanciem como se já estivéssemos mortos. Tanto se a nossa insanidade for auto-induzida como se tem uma origem mais sinistra, há um poder disposto a nos devolver a sanidade e a integridade.
Jesus ajudou um homem que agia como um louco. "O homem vinha do cemitério, onde estava morando. Ninguém conseguia prendê-lo, nem mesmo usando correntes. Muitas vezes já tinham amarrado as suas mãos e os seus pés com correntes de ferro, mas ele quebrava tudo, e ninguém conseguia dominá-lo. Passava os dias e as noites nos montes e entre os túmulos, gritando e s ferindo de propósito com pedras"(Marcos 5.3-5). Jesus foi ao cemitério e avaliou a situação. Ele tratou com as forças das trevas que afligiam o homem e lhe devolveu o juízo. Depois, o enviou para a sua casa para que contasse aos seus amigos o que Deus havia feito por ele.
Talvez tenhamos ido tão longe em nossa adicção que quebramos todas as cadeias. Lutamos para ser livres do controle da sociedade e dos nossos amados, somente para descobrir que a nossa escravidão não vem de fontes externas. Toda esperança parece perdida, mas, onde ainda há vida, ainda há esperança. Deus pode tocar a nossa insanidade nos devolver o juízo perfeito.
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